Ontem foi mais um quarta-feira, dia de tentar pegar o mesmo ônibus que a EY, mas, mais uma vez eu plano melou.
Lembram que eu disse há duas postagens (link aqui) que o professor fez uma simulação de tribunal do juri e que essa simulação se estendeu até depois da hora em que o ônibus da EY passaria?
Pois bem, no dia, antes de começar o "julgamento" ele disse que só os "advogados" que vencessem levariam nota 10. Eu nem comentei no dia da postagem, mas a defesa venceu.
Ontem, comentando o julgamento, o professor disse que gostou muito da atuação dos advogados de acusação e, excepcionalmente, ia dar dez para eles também.
Nisso, um dos advogados de defesa levantou a mão e disse que não era justo. Se era para dar 10 para a acusação, que perdeu, os da defesa, que venceram, além da nota dez, deveriam ganhar dois pontos na próxima prova (!!!!).
O professor recusou, o aluno insistiu, o tom subiu ao ponto do tal aluno se levantar, esculachar o professor com termos do tipo "me retiro em protesto pela sua arrogância", "o senhor não tem moral para dar aula" e outros termos que não me lembro. Saiu batendo a porta.
Foram 30 segundos de silêncio sepulcral na sala. Que cena surreal, que desgaste totalmente desnecessário. Se já estava com 10, para que reclamar? Tudo bem que era injusto com quem ganhou no tribunal, mas não dava para fazer um cavalo de batalha com isso.
Resultado:essa história de um tititi danado, um disse-me-disse, todo mundo comentando o caso. Quando me lembrei de olhar a hora, o ônibus da EY já tinha passado...
Fica para quarta que vem, ou, quem sabe, não sou agraciado pelo destino com um encontro casual com a EY....
EY, eu te amo!
O que é Contrafação de uma obra?
Há um dia