quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Eu sonhei com a EY

No dia 30 de março, postei a seguinte mensagem: link para a postagem. Disse que queria muito sonhar com a a EY. Onze meses depois, meu sonho de sonhar se tornou realidade. Hoje, aliás, agora há pouco, sonhei com a EY. Ah, que delícia de sonho.

Como todo sonho, sem mais nem menos eu estava no trabalho da EY. Mas não era o trabalho real da EY, parecia mais um ambiente de escritório. Enfim, eu sabia que estava por lá esperando a saída dela. Ninguém parecia me notar. Sentia-me perfeitamente em casa, mexia nos computadores, andava pelos corredores e ninguém sequer me olhava.

Em determinado momento, ela me disse "Vou embora. Já ficou tarde" E, para o meu mais completo assombro, se aproxima de mim e me beija.

Olha, simplesmente não tenho palavras para expressar o que eu senti naquele momento. Foi extremamente real! Eu podia sentir a sua pele, o seu perfume. Imediatamente, no sonho, meus olhos se enxeram de lágrimas.

- O que foi? - ela perguntou

-Me desculpe, mas eu achei que depois da minha carta (link 1, link2), você nunca mais fosse sequer falar comigo.

E ela deu aquele sorriso E-S-P-E-T-A-C-U-L-A-R, passou a mão direita no meu rosto (fecho agora os olhos e consigo reproduzir mentalmente cada segundo em que ela me tocou) e me beijou novamente. Ah, como a vida é bela...

Foi aí que o sonho começou a acabar. Enquanto a beijava, um barulho chamou a minha atenção: Na varanda de um prédio bem na nossa frente, duas mulheres discutiam com um homem. O barulho chamou a minha atenção e dei uma rápida olhada. Foi por uma fração de segundos, mas, quando voltei o olhar para o ambiente em que estava com a EY, ela não mais estava lá. A sala que havia sido testemunha do meu beijo estava completamente vazia. Meu coração começou a bater aceleradamente. Novamente não sei explicar, mas por um milionésimo de segundo antes de acordar, portanto, ainda no sonho eu soube que aquilo não tinha passado de um sonho.

É sábio o ditado que diz "quanto mais alto, maior a queda". Como doeu acordar, levantar da cama e constatar que tudo não passara de um sonho. Aquilo que tinha começado como o sonho mais lindo de toda a minha vida terminou como pesadelo. Olhei para o relógio do meu quarto: 4h48min.

Confesso: na solidão inexpugnável do meu quarto, sentei-me na cama e fiz a única coisa que me restava: lamentei

Ah, EY.... por quê?

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Mais um susto...

Ao passar em frente ao prédio da EY, encontrei meu ex-colega de faculdade, que mora no mesmo prédio que ela. Já até fiz um post com uma situação que o envolvia (link para a postagem)

Ele estava conversando com um outro conhecido meu. Rapidamente me enturmei e ficamos os três trocando idéia. Papo vai, papo vem, eu a todo instante olhava para todos os lados, louco para ver a EY passar. Mas, devido ao horário, por volta das 21h, não tinha muitas esperanças.

Eis que em determinado momento sai do elevador uma morena m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a, com um micromicromicro vestido branco. Lógico que, na qualidade de ser humano do sexo masculino 100% heterossexual, não pude ir contra meus instintos. Nós 3 paramos e admiramos a maravilhosa passar.

Para a minha surpresa, o vizinho da EY manda:

- Já peguei uma gostosa assim aqui do prédio dessa maneira.

soou meu primeiro alarme.

- como foi? - perguntou o outro.

- Estava conversando com o porteiro e a mina, muito gata, passou. Na hora perguntei para ele (porteiro) de onde era aquela maravilha. No dia seguinte ela perguntou para o porteiro o que eu tinha cochichado quando ela passou. E ele foi bem claro, disse que tinha chamado ela de gostosa. Tu acredita que no dia seguinte ela deixou o telefone dela com ele e pediu para me entregar? Liguei e foi só partir para o abraço.

Aí ele fez uma pausa e dissea frase que me fez congelar:

- Tinha que ver a mina, que gracinha, muito gata! Morava no segundo andar....

Pronto, aí, tal qual no outro susto que eu já comentei aqui (link para a postagem), já estava vendo a morte com a foice me chamando. Afinal de contas, a EY mora no segundo andar. Matematicamente falando, quais seriam as chances de ter duas maravilhosas no mesmo andar? Respeirei fundo e perguntei para ele como era fisicamente a cidadã:

- Ah, uma loiraça.......

Nem prestei mais atenção ao resto. Ufa! Não era a EY.

Aproveitando a deixa, aporveitei para perguntar sobre a EY novamente. Claro que não perguntei direto sobre ela, mas sim sobre a "irmã do meu SY"

- Pensei que fosse a EY, sabe quem é né? A irmã do SY. Pô, ela mora no segundo andar....

E o meu ex-colega de faculdade respondeu:

- Ah, essa também é maravilhosa, mas mal falo com ela. É no máximo bom dia/boa tarde/boa noite

Que orgulho da EY novamente! Não tive como esconder um sorriso de satisfação.

Pena que tudo vá terminar dessa forma.... é a vida....

Ah, EY, por quê?

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Terceira fase

Estou começando uma nova fase no blog. Desta vez será a terceira (e última?). A primeira foi a contemplação, do amor praticamente platônico que eu sentia pela EY. Postava para ninguém e tampouco tomei qualquer inciativa de me declarar para ela, ficava só na amizade. Era algo bem tolo, reconheço, tipo amor secreto.

Depois de um tempão sem postar, retomei o blog, já com outra mentalidade. Dei o grande passo! Me declarei para a EY. Me aproveitei do aniversário dela e mandei um carta. Estou esperando a resposta até hoje. São coisas da vida... Ela me ignorou solenemente. Enfim, não perderei tempo tratando disso. Já escrevi bastante sobre esse episódio. enfim, a segunda fase ficou caracterizada por ter sido a fase em que eu sonhei que pudesse ter alguma chance com a EY.

E agora começa a terceira fase. A sensação é de terra arrasada. Infelizmente não nutro qualquer esperança de vir a chamar de EY de minha namorada algum dia. Minhas postagens serão uma espécie de rescaldo.

Não que eu tenha deixado de amá-la. Só de tê-la visto à distância, eu tive a certeza de que meus sentimentos por ela estão intactos. Trata-se de conformismo. Aposto que você gostaria muito de ganhar uma fortuna da noite na Mega-Sena, aposto que você já perdeu alguns segundos sonhando em como seria a sua vida se isso acontecesse. Mas a realidade é diferente, você tem que trabalhar, pegar ônibus lotado, aturar chefe chato etc. E não vai morrer por causa disso, certo? O mesmo acontece comigo em relação à EY.

Ah, EY.... Por quê?

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Uma janela para o céu

E hoje teve fim a incrível luta que travava comigo mesmo acerca deste blog. Eu x Eu.

Um "eu" queria superar a EY e, para isso, tinha que esquecer tudo relacionado a ela, inclusive o blog, que, obviamente, está no centro de tudo que me faz lembrar a EY. Já o outro "eu" queria manter o blog.

Poderia simbolizar o que se passou comigo ao longo desses meses com a clássica cena do anjinho e do diabinho, cada um soprando em um ouvido a sua opinião. Um me dizia para superar a EY(note que o termo que eu utilizo é superar. Esquecer, jamais!!!). O outro falava "vai, posta, eu sei que você ainda é doido por ela".

A grande diferença para os desenhos animados é que aqui eu não sei quem é anjo e quem é diabo.

Como não posso afirmar com certeza, apenas digo que a entidade que me aconselhava a desistir do blog foi totalmente derrotada hoje, às 18h16min, quando o ônibus em que eu estava passou em frente ao trabalho da EY e ela estava lá, na janela falando ao telefone. Que visão, que maravilha poder voltar a contemplar a perfeição em forma de mulher. Foram poucos segundos, mas foi o bastante para reacender meu ímpeto blogueiro.

Ah, EY, por quê?

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

E depois de um longo e tenebroso inverno....

Decidi passar por aqui para dizer que o Blog não morreu. Tive meus motivos para me afastar.

Mas, sinceramente, não sei explicar o porquê, decidi retomá-lo.

domingo, 13 de setembro de 2009

O ex-namorado da EY

Depois da postagem sobre o namorado da EY, me lembrei desse cidadão...

Quando conversei com a Sra. Ivanovna (link) sobre a EY, nem cheguei a relatar aqui, mas ela comentou comigo sobre o ex-namorado da EY, que, segundo ela, era um débil mental. "Não sei como ela aguentou namorá-lo durante quase um ano". pois o cara era insuportável e a tratava mal. Exigia dividir todas as despesas.

Não faço a mínima idéia de quem seja esse imbecil. A Sra. Ivanovna não se lembrava do nome dele. O sujeito que recebe a graça de namorar uma deusa como a EY e não dá valor a isso, e pior: trata-a mal, merece passar a eternidade chafurdando no lago de enxofre do inferno com o tridente de satanás enfiado no rabo.

Mas, enfim, a grande referência sobre esse infeliz que a Sra. Ivanóvna me deu era a de que o pai dele era o dono de uma loja bastante conhecida aqui no bairro.

Outro dia estava indo para a faculdade, Já à noite, e passei em frente ao referido estabelecimento (que, pelo horário, já estava fechado). Ao me lembrar da história toda, fiz o que estava ao meu alcance: dei uma bela escarrada, das profundezas do pulmão, na porta do estabelecimento.

EY, eu te amo!

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Postagem perdida II - o namorado da EY

Ainda sem tempo para postar, recorro a mais uma das 3 postagens perdidas que eu achei no meu notebook. 

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A data: 21/09/2007

 

Até aqui ainda não havia citado esse personagem importantíssimo dessa trama, que é o namorado da EY. Quero dizer, já havia citado, sim, mas foram coisas extremamente superficiais. Hoje gostaria de aprofundar mais alguns aspectos.


Não vou negar que sinto uma grande inveja desse cidadão. A coisa que eu mais queria era estar no lugar dele, ter a EY aos meus braços, poder beijá-la, tocá-la, acariciá-la sempre que eu quisesse. Parece  um sonho, um delírio, pegar o telefone e ligar para ela para apenas com a intenção de ouvir sua maravilhosa voz sem ter que dar desculpa alguma. E eu sequer sei o telefone dela. Quanto mais uma desculpa para ligar....


Uma coisa me intriga: A primeira vez em que vi uma foto dele (só o conheço por intermédio das poucas fotos que a EY divulgou no seu perfil no Orkut) - fiquei com a clara impressão de já tê-lo visto antes. Forcei um pouco a memória, mas não consegui me lembrar de nada. Mas aquela sensação de "já vi esse cara antes" permanece...


Seria normal eu ter raiva dele? Por mais incrível que pareça, não sinto nada negativo em relação a ele. Pelo contrário, minha impressão inicial, só por ver as suas fotos, foi de simpatia. Não sei explicar o porquê, mas ele me parece ser uma pessoa "do bem". Claro que isso é totalmente empírico. A única certeza é a de que ele tem um excelente gosto, pois tem como namorada a mulher mais espetacular de todos os tempos. Mas essa simpatia só faz aumentar o meu drama. Afinal de contas, se tem alguém "errado" nessa história, sim, sou eu, que estou querendo (sonhando) em roubar a namorada dele. Pode parecer tolice, mas essa questão vem me incomodando bastante, pois vai contra todo o meu código ético. Mas não adianta mandar no coração: estou loucamente apaixonado pela EY.


Com isso, os meus planos para, um dia, ser conhecido como namorado da EY vão ficando cada vez mais embaralhados. Em todos os modestíssimos passos que estou tentando começar para obter sucesso nessa caminhada, sempre procuro como ponto de referência o lema de não fazer com os outros aquilo que eu não gostaria que fizessem comigo.


Só que eu desejo a mulher dele! e não passa pela minha cabeça a hipótese de renunciar a esse sentimento. Minha derradeira trincheira é a eterna adoração silenciosa. Portanto, o mal está feito desde que eu me descobri apaixonado. Meus cuidados são no sentido de não espalhá-lo.


Claro que eu gostaria que o namoro deles chegasse ao fim. Não seria hioócrita de afirmar o inverso. Isso seria uma assinatura de um prêmio Nobel da estupidez, ser apaixonado por uma garota comprometida e não desejar o fim desse namoro. Mas eu me recuso terminantemente a tomar qualquer atitude no sentido de tumultuar o relacionamento deles. Meu limite foi mandar o testimonial. De agora em diante, só me resta esperar (sentado?) que um dia eles terminem para que, aí sim, eu possa vir a tentar alguma coisa com a EY.


EY, eu te amo!!!!!!!!
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Isso, claro, foi em 2007. Acabei mudando a minha postura em março deste ano. Abandonei essa idéia romântica de " eterna adoração" e fui para o tudo ou nada. 
e o nada ganhou....
Ah, EY, por quê?